1. Citar o nome de seis espécies de flores perenes e de seis de floração anual que sejam apropriadas para a ornamentação interna.
R:
Flores perenes (duram o ano todo, ideais para ornamentação interna):
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Orquídea (Orchidaceae)
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Antúrio (Anthurium andraeanum)
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Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii)
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Violeta-africana (Saintpaulia ionantha)
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Begônia rex (Begonia rex-cultorum)
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Bromélia (Bromeliaceae)
Flores de floração anual (florescem em determinadas épocas do ano):
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Amor-perfeito (Viola tricolor)
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Petúnia (Petunia × hybrida)
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Cravina (Dianthus chinensis)
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Beijo-turco (Impatiens walleriana)
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Calêndula (Calendula officinalis)
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Zínia (Zinnia elegans)
2. Citar o nome de, pelo menos, três espécies que florescem na primavera ou no início do verão, que sejam apropriadas para a ornamentação interna.
R:
Azaleia (Rhododendron simsii) – floresce na primavera, com flores vistosas e coloridas.
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Kalanchoe (Kalanchoe blossfeldiana) – flores pequenas e duradouras, ideais para interiores bem iluminados.
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Gérbera (Gerbera jamesonii) – flores grandes e alegres, muito usadas em vasos e arranjos decorativos.
3. Citar o nome de, no mínimo, três flores que não se conservam bem após cortadas e de três que se conservam bem após o corte.
R:
Flores que não se conservam bem após serem cortadas:
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Hibisco (Hibiscus rosa-sinensis)
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Papoula (Papaver rhoeas)
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Magnólia (Magnolia grandiflora)
Flores que se conservam bem após o corte:
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Rosa (Rosa spp.)
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Cravo (Dianthus caryophyllus)
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Lírio (Lilium spp.)
4. Apresentar seis sugestões para o corte de flores e cuidados após o corte, bem como quando cortar, como cortar e como mantê-las.
R:
Horário do corte: cortar as flores cedo pela manhã ou no fim da tarde, quando a temperatura está mais amena e a planta tem maior teor de água.
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Uso de ferramentas limpas: utilizar tesoura ou faca bem afiada e esterilizada, para evitar o esmagamento do caule e a contaminação por fungos ou bactérias.
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Tipo de corte: realizar o corte em diagonal (em ângulo de 45°), aumentando a área de absorção de água pelo caule.
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Remoção de folhas inferiores: retirar as folhas que ficariam submersas na água do vaso, prevenindo apodrecimento e mau cheiro.
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Conservação na água: colocar as flores imediatamente em água limpa e fresca, trocando-a diariamente e cortando novamente a base do caule a cada dois dias.
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Local de armazenamento: manter os arranjos em ambientes frescos, sem sol direto nem vento, longe de frutas maduras (que liberam etileno e aceleram a murcha).
5. Em que estágio de desenvolvimento deve-se cortar as rosas, palmas e dálias?
R:
Rosas (Rosa spp.): devem ser cortadas quando os botões estiverem semiabertos, mostrando parte das pétalas internas, mas ainda firmes. Assim, durarão mais após o corte.
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Palmas (Gladiolus spp.): o corte deve ser feito quando o primeiro botão da haste começar a abrir, enquanto os demais ainda estão fechados — isso garante floração prolongada no vaso.
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Dálias (Dahlia spp.): devem ser cortadas quando estiverem completamente abertas, pois os botões não continuam a se abrir após o corte.
6. Apresentar três sugestões sobre a relação dos recipientes com as flores usadas e três sobre a relação do arranjo de flores com a sala e os móveis da mesma.
R:
Relação dos recipientes com as flores:
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Proporção: o tamanho do vaso deve ser proporcional ao comprimento das hastes — geralmente, o vaso tem ½ a ⅓ da altura das flores.
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Estilo e material: flores delicadas (como lírios ou orquídeas) combinam melhor com vasos de vidro ou cerâmica fina, enquanto flores rústicas (como girassóis ou crisântemos) ficam bem em vasos de barro, madeira ou fibras naturais.
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Cor: o recipiente deve complementar, e não competir com as cores das flores — vasos neutros destacam flores coloridas; vasos coloridos combinam com flores de tons suaves.
Relação do arranjo com a sala e os móveis:
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Harmonia com o ambiente: o arranjo deve seguir o estilo da decoração — simples e moderno para ambientes minimalistas, mais exuberante para espaços clássicos ou festivos.
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Proporção no espaço: arranjos altos ficam bem em mesas amplas ou no chão, enquanto arranjos baixos são ideais para mesas de centro ou de jantar.
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Cores e iluminação: escolher flores que harmonizem com as cores dos móveis e paredes; tons claros e suaves combinam com ambientes neutros e bem iluminados.
7. Na ornamentação com flores, qual deveria ser a relação entre as cores mais escuras e mais claras, flores maiores e menores, abertas ou parcialmente abertas?
R: Na ornamentação com flores, deve-se buscar equilíbrio e harmonia visual entre cores, tamanhos e estágios de abertura:
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Cores: as flores escuras devem ser usadas em menor quantidade e colocadas na parte inferior ou central do arranjo, dando profundidade. As flores claras equilibram o conjunto, sendo distribuídas ao redor ou no topo, trazendo leveza e contraste.
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Tamanhos: as flores maiores formam a base e o foco principal do arranjo, enquanto as menores servem para preencher espaços e dar delicadeza.
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Abertura das flores: as flores parcialmente abertas dão aparência de frescor e durabilidade, enquanto algumas flores totalmente abertas podem ser usadas como ponto de destaque central, criando naturalidade e movimento.
8. Fazer dois arranjos de flores para cada uma das áreas a sequir:
a) Decoração de mesa
b) Uso geral na casa
c) Local búblies
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9. Quais são algumas das flores silvestres que podem ser usadas na ornamentação de uma casa?
R:
Margarida (Bellis perennis) – simples e charmosa, traz leveza e frescor aos arranjos.
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Onze-horas (Portulaca grandiflora) – colorida e resistente, ótima para vasos e janelas.
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Sempre-viva (Helichrysum bracteatum) – mantém a forma e a cor por muito tempo, ideal para arranjos secos.
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Papoula (Papaver rhoeas) – delicada, com cores vibrantes que destacam qualquer ambiente.
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Cosmos (Cosmos bipinnatus) – flores leves e alegres, boas para arranjos campestres.
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Mal-me-quer (Erigeron karvinskianus) – aparência rústica e natural, perfeita para composições simples.
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